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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Meus comentários na postagem "Raio X de Santa Catarina". Heteterônimo usado: IV Avatar do Rio Meia Ponte

Comentários à postagem "Raio X dos Estados: Santa Catarina"/Nassif



IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
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1/06/2010 às 5:291- Visão,,,o primeiro momento
.
Continuando o enredo urbano x rural, iniciado em Vitória da Conquista com o conserto das cabras, do cantador Elomar, passando por Goiás onde isto(o mato) não foi compreendido,
É como se o mesmo rio que passa na roça não passassa aqui na cidade.
É como se não fosse exatamente aqui, na cidade, onde o rio deixa de ser rio para virar esgoto a céu aberto.
Portanto, nada contra a viola caipiria, o berrante,,,muito pelo contrário.
Daqui de Goiás a viagem continuou em direção ao Mato Grosso do Sul do Rio Apa
Hoje chegamos a Santa Catarina
Engraçado, os rios daqui são batizados por nomes bem esquisitos, ficou assim assim ao acrescentar aos nomes de pessoas os nomes dos rios
Pense só vc com um nome desses
Zé do Arroio Grande
Zé das Capivaras
Zé do Indio
Zé do Inferno Grande
Zé do Lava-Tudo
Zé do Morto
Zé do Macaco Branco
Zé das Onças
Zé dos Porcos
Zé do Pinto
Zé do Peixe
Zé do Perimbó
Zé dos Portões
Zé do Púlpito
Zé das Vacas Gordas
Ops, esqueci da palavra “rio no sobrenome”, eu quis dizer
Zé do Rio do Arroio Grande
Zé do Rio das Capivaras
Zé do Rio do Indio
Zé do Rio do Inferno Grande
Zé do Rio Lava-Tudo
Zé do Rio do Morto
Zé do Macaco Branco
Zé do Rio das Onças
Zé do Rio dos Porcos
Zé do Rio do Pinto
Zé do Rio do Peixe
Zé do Rio do Perimbó
Zé do Rio dos Portões
Zé do Rio do Púlpito
Zé do Rio das Vacas Gordas
.
2- Forma…
Os animais, os seres humanos e as pessoas jurídicas no Rio do Sul

.
3- Conhecimento
Pronto,,passado o momento de descontração, vamos agora falar de coisa séria,,,o conhecimento,,a vocação,,,a profissão de cada um,,estas coisas…
Interessante o texto a seguir,,,tem a ver com o universo rural,,só para retomarmos o fio da meada,,o urbano x rural
.
“Porteira aberta
Há 20 anos, o turismo rural surgiu no país como uma atividade complementar para as propriedades. hoje, perto de cinco mil fazendas vivem com exclusividade dos rendimentos obtidos com visitação e hospedagem
Um antigo livro de receitas, encontrado na gaveta de uma cômoda, alterou a vida do casal Célia e Luís Hacker e o destino da Fazenda da Serra, em Itu, cidade a 100 quilômetros de São Paulo. A publicação trazida da Alemanha pelos avós de Luís, refugiados de guerra, ensinava a produzir artesanalmente sofisticados bombons de chocolate. Na época, 20 anos atrás, Célia procurava uma atividade que reforçasse a renda da fazenda, minguada pelo mau desempenho da pecuária leiteira. “A fabricação de queijos já era muito comum nas redondezas”, explica. A saída foi encontrada em meio a muitas barras de chocolate, panelas e colheres de pau.
A antiga propriedade, que quatro séculos antes servia de parada para bandeirantes em busca de ouro e pedras preciosas, voltou a receber viajantes – dessa vez, atraídos pela fama de seus doces. O lugar mudou até de nome, passando a ser conhecido como Fazenda do Chocolate. Luís Hacker percebeu que mesmo a compra de um simples pacotinho de bombom dava início a demoradas conversas sobre a casa secular, a senzala da fazenda ou as rodas-d’água usadas para mover o moinho de pedra para triturar milho.
O interesse dos clientes levou-o a transformar seu cotidiano em negócio. “Passei a receber melhor os visitantes, oferecendo passeios a cavalo e um parquinho para as crianças”, relembra o agricultor. Sem se dar conta, Luís e a esposa introduziram na região o turismo rural , uma atividade que começou a se consolidar no país na década de 1980 e cresce em torno de 15% ao ano, segundo dados do Ministério do Turismo.
Quase cinco mil fazendas em 16 estados brasileiros já abriram suas porteiras para hospedar ou simplesmente receber visitantes da cidade. Cerca de 70 mil pessoas estão envolvidas nesse setor. Incluindo pequenos produtores, que muitas vezes têm no turismo sua principal fonte de rendimento. “Hoje, a lavoura de café e a apicultura apenas complementam a renda da propriedade”, afirma Luís Hacker. O dono da Fazenda do Chocolate admite que, se não tivesse investido na atividade, já teria se desfeito das terras herdadas do pai.
Os 200 hectares transformados em área de preservação ambiental – que serve de abrigo a pássaros, seriemas e quatis – recebem cerca de 3,5 mil turistas em um final de semana prolongado. As opções de lazer do local foram ampliadas nestas duas últimas décadas. O plantel de cavalos cresceu, há pôneis e pequenas criações para entreter as crianças, e um tour pela propriedade é oferecido aos clientes. A senzala se transformou em restaurante com adega, aberto apenas para almoços especiais. (…)”
Leia mais
http://www.mnp.org.br/index.php?pag=ver_noticia&id=399609
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse: O seu comentário está aguardando moderação.
1/06/2010 às 6:04O IV Avatar do Rio Meia Ponte esteve no Rio do Sul, rodou bastante o lugar, como neste vídeo, pena que só aparece o pé do IV Avatar, no min 0:40, quando verificava a temperatura da a’gua
Bastante agradável a cidade,,eles não negam o rural, assim como ocorre em Goiânia do Rio Meia Ponte
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:09
Gostei da cachoeira do ìndio que voltei lá várias vezes, ora sozinho, ora com algum amigo, neste vídeo eu e uma outra pessoa,,que delícia…hummmm
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:14Já faz algum tempo que estive na cachoeira do índio,,.agora me lembro,,hu,hummmm…que delícia,,,os vídeos estão no YouTube,,,eu havia me esquecido
( ) Inesquecível
Sem comentários
Precisa dizer alguma coisa
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:23O IV Avatar é este que está sem roupa
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:45Aqui também
O IV Avatar do Rio do Sul num canoyng
O nome desta aqui é Cachoeira da Magia
Ops,,IV Avatar no Rio do Sul
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:49
No ou do…
Tanto faz
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 6:54A partir de agora vou lidar de forma diferente com os vídeos,,irei proceder como no primeiro comentário de hoje,,,ou seja,,vou inseri-lo na sequência ‘visão.forma.conhecimento”
( ) Intervalo
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 10:451- Visão,,,o primeiro momento
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As pessoas não tem vergonha na cara
Colocaram o spin cantor o Ney Matogrosso do Rio Apa para canta
E passando na frente dele este homens semi-nus
Tenho certeza que de fizeram isso para tirar a concentração dele
Se foi esta a intenção, dançaram, pois artistas não liga para esta coisas quando está incorporado do seu persoangem ou olho ou ser
Grande Ney
.
Forma – momento 2
@@@@@@@@@@@@
@@@
.
*******
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::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
.
3- Conhecimento
Wilson do Rio Apa, neto do Barão do Rio Apa, que descobri ontem ao fazer o raio x de MS, nos diz do “anarquismo próprio’ o indíviduo enquanto ator, o próprio individuo como arte…
A conferir

“(…)
A literatura de W. Rio Apa seguiu uma linha semelhante, no que diz respeito à não obediência a um padrão convencional, embora nela o rompimento tenha sido muito mais demorado. Seu primeiro texto, cujos originais se perderam, data de seu tempo de estudante: a novela radiofônica Caminho dos deuses. Somente em 1956, quase no fim do seu período jornalístico, aparece seu primeiro romance, Um menino contemplava o rio, início de uma trilogia (“Introdução ao Amanhã”) que nunca chegou a ser concluída; o segundo volume (O novo Deus), escrito em 1961, permaneceu inédito, e o terceiro ficou apenas no projeto, quando sua literatura tomava outra direção. Seu primeiro livro dá sinais de uma trilha estética da qual Rio Apa logo se afastaria.
Romance difícil e de construção sofisticada, entrelaça narrativas num espaço estranho: parte da história passa-se no litoral da Venezuela, e outra numa viagem de navio. A linguagem fragmenta-se em cortes que se destacam graficamente no espaço da página; em nota de rodapé, Rio Apa explica que tais recortes têm a intenção de ressaltar “a veracidade e intensidade expressiva da ação subjetiva das personagens” . Eis um exemplo escolhido ao acaso:
O primeiro toque grave, profundo e a sua ressonância surpreendeu o mestiço que começou a acompanhar o badalar:
a sucessão de sons… as vibrações, o balanço dos sinos: as mãos puxando as cordas.
As notas seguiam-se lentas, espaçadas, enchendo-lhe o corpo de vibrações que lhe arrepiavam a epiderme. Momentos depois a alegria mostrava-se no seu rosto.
(….)”
http://www.cristovaotezza.com.br/textos/resenhas/p_98_revletras.htm
@
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 10:50
Chega a ser um crime ou doença estes arquivos em pdf.
Prá que,,,que egoismo..que má vontade em compartilhar as coisas
E olhe lá que o site é do governo do PR, sobre o lançamento de 2 romances num só, de Wilson Galvão do Rio Apa,,,tudo bem, abra,,é só uma página,,vale a pena dar uma lida,,e puxe as orelhas do Requião
http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/makepdf.php?storyid=31439
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 10:58
A letra desta música que interpretada ai neste vídeo pelo spin cantor
“(…) espaçadas, enchendo-lhe o corpo de vibrações que lhe arrepiavam a epiderme.(…)’
Na música aparece algumas destas palavras do W. do Rio Apa
Será coisa do Rio Apa
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 11:00Vc se esqueceu da tag “Raio X dos Rios”
Eu quis dizer “Raio x dos Estados’
Ah, tanto faz
IV Avatar do Rio Meia Ponte disse:
1/06/2010 às 11:03Vou deixar de lado, pelo menos por enquanto, o conflito urbano x rural,,não sei se volto a este assunto,,,talvez, quando eu me referir ao aqui ou local onde moro,,,não sei,,,é que talvez eu siga em frente tendo como fio da meada o ‘anarquismo próprio’ de Wilson Galvão do Rio Apa,,,pintou uma sincronicidades ou acaos
Eu quis dizer acaso
..
Que  todos adaptem-se ao novo ambiente e recuperem sua espontaneidade e, tais como rios, vários ribeirões, dirijam-se ao oceano,,,assim mesmo,,,logo logo seremos, novamente, uma fonte de águas bordadas sob o mar

P.S.- Não existe o link porque o blog do Nassif, no portal IG, foi deletado, achei isso por acaso na memória do pc

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